Começou na ultima quinta-feira o julgamento de Conrad Murray, o médico de Michael Jackson que enfrenta uma acusação de homicídio.
Nesta primeira sessão do julgamento propriamente dito (depois da sessões em que ficou decidido julgar Murray) os advogados de acusação e de defesa começaram a escolher os 12 jurados que, no final, irão dar o seu veredicto sobre a responsabilidade do médico na overdose fatal para o rei do pop.
Nos primeiros três dias do julgamento são esperadas em tribunal 480 pessoas - a uma média de 160 por dia -, noticia a agência Reuters de acordo com os funcionários do Tribunal Superior de Los Angeles.
A primeira avaliação respeita à disponibilidade para corresponder às estimadas quatro ou cinco semanas que o julgamento deverá durar. Os potenciais jurados também receberão um questionário relacionado com o saco para uma avaliação dos advogados das duas partes.
Aquele grupo inicial será de 480 pessoas será reduzido a 100 para que estes seleccionados voltem para novas inquirições no final deste mês. No dia 27 de Setembro, espera- se que comecem as alegações iniciais.
A acusação defende que Murray ministrou demasiado Propofol a Jackson e não vigiou convenientemente o cantor quando este dormia. A defesa sustenta que terá sido o rei do pop a tomar por sua iniciativa uma dose fatal do rémedio quando o médico estava ausente do seu quarto.
Um antigo procurador federal dos Estados Unidos citado pela Reuters referiu que a acusação deverá tentar eleger jurados para quem a figura dos médicos é tida como inatacável. Marcellus McRae explicou também que a defesa, pelo contrário, tentará eleger jurados que não mostrem tanta confiança ou atribuam tanta responsabilidade aos clínicos e a façam depender mais do doente.
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